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A escola e o corpo lúdico infantil

16 de fevereiro de 2018
Gestão Escolar



A escola no século XXI tem acompanhado as transformações culturais transformando-se num espaço humanizado e provedor de criatividades e de formação verdadeiramente crítica nos mais variados âmbitos do conhecimento?

Falar em domesticação de certa maneira causa um desconforto a muitos professores, mas ressalto a importância de estarem bem atentos não somente à sua “aula de cada dia”, mas em toda a constituição da cultura escolar a qual ele leciona. São várias as realidades escolares espalhadas por esse país, mas vale lembrar que os processos gerenciais nela impostos podem ser capazes de promover maior liberdade para as crianças SEREM CRIANÇAS, e isso somente é possível quando o educador conhece de fato como as crianças se constituem enquanto parte de uma cultura.

A concepção de infância é um texto invisível que o educador possui dentro de si, e que passa a estar visível a partir do momento em que ele atua. Bakhtin (2011)* vai chamar essa atuação de “ato social pedagógico”, nesse caso, mesmo que o educador acredite não ter concepção de infância, ou desacreditar que isso seja importante, suas atitudes cotidianas falarão por si. Os gestos, a entonação vocal, a postura, a abertura ou não ao diálogo, os critérios para a elaboração e execução de REGRAS de convivência, são alguns aspectos que demonstram o quanto esse professor se preocupa e compreende o que é ser criança no século XXI.

Quando o professor não reflete mais sobre a sua prática de ensino ele contribui para a alienação do corpo lúdico infantil. Há sim um cerceamento da infância num dos espaços mais ricos para que ela de fato aprenda a ser mais humana.

Quais são os espaços em que as crianças podem atuar com maior autonomia em sua escola? Como e onde elas podem expressarem-se de fato? O currículo da sua escola possibilita a livre expressão do ser pensante? Reflita e perceba a como o corpo lúdico de seus educandos tem sido tratados. Quer saber mais sobre o assunto acesse esse texto e fique por dentro!

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*BAKHTIN, M. M. Estética da criação verbal. 6. ed. São Paulo: WMF, 2011.

 


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  • Fonte: Profª. Ma. Francine Costa

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